Liberdade de expressão
Julgava que a ditadura já era passado, tempos idos, de antes da revolução dos cravos. Engano meu, ela anda aí de forma disfarçada. Por vezes a originalidade vai contra o convencional. “Meã culpa”, virá aí a inquisição? Mas isso é muito antes da ditadura! Não quero ser uma versão moderna de Joana D’Arc”, foi queimada viva pelo preconceito de ser ousada.
Hoje, pela manhã, recebi um telefonema, uma pessoa amiga, um cibernauta mais atento que eu, alertando-me que ando a incomodar alguém. Nunca foi minha intenção, nem tão pouco pretendo protagonismo, no entanto, como diz o velho ditado (desconhecido por alguém), boa ou má publicidade é sempre publicidade. Venha ela.
Não pretendo utilizar este blog para responder, seria vulgarizar um espaço que me pertence, que utilizo da forma que entendo e me é permitido. Não reconheço ditaduras nem compactuo com elas. A era dos monopólios está para acabar de vez.
Cumprimentos,
Sophie Matisse.
